Ministério da Justiça monitora convocações para o dia 8 de janeiro; William Ferreira segue preso

33
Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. Foto Agência Brasil (Marcelo Camargo)

O Governo, por meio do  Ministério da Justiça, começou a monitorar atos de convocações para o dia 8 de janeiro, quando estará completando 1 ano da mobilização que ocupou a Esplanada dos Três Poderes, em Brasília. O monitoramento é feito pela equipe de informática do ministério.

Em Rondônia, William Ferreira, o popular Homem do Tempo, segue preso em uma casa de detenção em Porto Velho. Ele foi preso na quarta fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada pela Polícia Federal dia 3 de fevereiro deste ano.

William Ferreira, O Homem do Tempo. Foto: Redes sociais

A prisão de William Ferreira vai completar 10 meses no próximo dia 3. Ele é acusado de invasão ao prédio do STF, no entanto, o jornalista fazia a cobertura da manifestação para sua página na rede social. O jornalista não teve direito a saída temporária do presídio.

Tornozeleira

Em Machadinho do Oeste, o empresário Edvagner Bega, ganhou a liberdade recentemente, mas está usando tornozeleira eletrônica. Ele estava em Brasília no dia das manifestações e foi indiciado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A PF, em uma das fases da Operação Lesa Pátria cumpriu ordem de busca e apreensão autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na casa do presidente da Associação Comercial de Rondônia (ACR), Vanderlei Oriani, em Porto Velho. Ele teve seu aparelho celular apreendido pelos federais.

Empresário Vanderlei Oriani. Foto: divulgação

A alegação é que eu seja um patrocinador de Bolsonaro. Eu nunca fui defensor das ideias de Bolsonaro. Não sou contra quem pensa diferente, mas é estranho eu sofrer perseguição por pessoas que realmente não querem me ver crescer na política”, disse o empresário.

Segurança reforçada

Segundo apurou o site, embora não haja grandes movimentos, a Secretária de Segurança Pública do Distrito Federal estuda reforçar a segurança e fechar a Esplanada dos Ministérios.

Fonte: Redação Valor&MercadoRO

Deixe seu comentário