Volta ao normal revela a dependencia tecnológica

As filas de esperas diminuíram e os usuários passaram a utilizar aplicativos para resolver diversas coisas.

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SOLANO FERREIRA

Não tem como esperar. A pandemia já rendeu muitos danos e ainda vem causando mortes, mas é preciso que a população volte às atividades. Porém, o vírus continua por aí, e cada um deve ser responsável o suficiente para manter as regras de proteção, principalmente distanciamentos, uso de álcool para higienização das mãos e uso de máscara. Com o devido cuidado será possível minimizar os efeitos danosos e evitar que a curva da morte volte a crescer.

Os longos meses de pandemia ensinaram muitas coisas. As pessoas que estavam com a vida muito acelerada aprenderam a conter o ritmo e viver melhor tendo mais tempo para a família. As filas de esperas diminuíram e os usuários passaram a utilizar aplicativos para resolver diversas coisas. O comércio já não espera o cliente entrar pela porta, mas agiliza os negócios levando mercadorias na porta de casa com as vendas pela internet.

Enfim, chegamos à conclusão que não tem como viver sem conexão com a internet. O mundo tecnológico dominou os processos que antes eram feitos apenas presenciais. Agora quase tudo se converte para a palma da mão. Os aparelhos portáteis que até a pouco tempo eram uteis apenas para as comunicações, agora servem para uma infinidade de coisas.

Finalmente, a maioria entendeu que a vacina é a única forma de prevenção eficaz, os remédios inúteis estão sumindo do uso descontrolado, e a vida vai ganhando maior segurança. Com a volta das aulas presenciais, o comércio varejista a todo vapor, e o setor de eventos e turismo retomando suas atividades, a vida social vai se aprumando ao novo normal. Para quem pertence aos grupos de riscos, os cuidados devem ser rigorosos contra o novo coronavirus e a qualquer outro tipo de contágio. E assim vamos vivendo, aprendendo e ensinando que a vida tem muita importância.

O AUTOR É JORNALISTA E EDITOR-CHEFE DO DIÁRIO DA AMAZÔNIA

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