O Sindicato Médico de Rondônia (SIMERO) manifestou, nesta quinta-feira (08.01.26), apoio institucional ao Conselho Federal de Medicina (CFM), diante da Nota à Sociedade divulgada em 7 de janeiro de 2026, na qual o órgão federal se posiciona sobre a assistência médica prestada ao ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
O médico Marcelo Queiroga, em artigo escrito nesta quinta-feira, relata preocupação institucional relevante. “Ao impedir a atuação de uma autarquia federal no exercício de competência legal expressa, o ministro estabeleceu uma limitação inédita à fiscalização ética da medicina, mais restritiva, inclusive, do que aquela observada durante o regime militar instaurado a partir de 1964”, diz o médico. Eis a íntegra do artigo.
Segundo a nota do sindicado rondoniense, existe a necessidade de monitoramento contínuo e imediato em casos clínicos de alta complexidade, envolvendo múltiplas comorbidades, histórico cirúrgico relevante e risco de intercorrências, assegurando assistência médica integral, inclusive em situações de urgência e emergência. Trata-se de um posicionamento técnico, pautado exclusivamente na proteção da vida, da saúde e da segurança do paciente. Eis a íntegra da nota do Sismero.
Fonte: Redação Valor&MercadoRO








