Quatro secretários de Estado deixam pastas em junho para disputar eleições

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Prédio do Palácio Rio Madeira, sede do Governo de Rondônia, em Porto Velho. Foto Daiane Mendonça

Os secretários de Estado Evandro Padovani (Agricultura),  Junior Gonçalves (Casa Civil), Fernando Máximo (Saúde) e Elias Rezende (DER) se preparam para deixar o cargo para disputar as eleições de outubro de 2022. A secretária-adjunta Cristiana Lopes (Seduc) também devem deixar o cargo para disputar as eleições.

Do primeiro escalão do governo Marcos Rocha (União Brasil), três secretários vão estrear na política: Gonçalves, Máximo e Rezende. Já o secretário Padovani disputou a última eleição para deputado federal e obteve nas urnas mais de 26 mil votos. Todos devem deixar o governo em junho de 2022.

Na prefeitura de Porto Velho entram na peleja o coronel Ronaldo Flores, o professor Vinicius Miguel, o superintendente de Distritos Luís Claudio, entre outros nomes cogitados para 2022.

Funcionários públicos, militares, juízes, dirigentes de empresas e outros profissionais que têm a intenção de se candidatar nas Eleições 2022 devem observar os prazos de desincompatibilização eleitoral para viabilizar a candidatura a um cargo de deputado (federal, estadual ou distrital), de senador, de governador ou de presidente (e vice) da República.

O período para a realização da desincompatibilização varia de três a seis meses antes do pleito eleitoral, de acordo com o cargo pretendido pelo futuro candidato. A cidadã ou o cidadão que deseja concorrer às eleições deve estar desincompatibilizado oficialmente no tempo estabelecido, sob pena de ter o pedido de registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral.

“Esse prazo deve ser entendido como uma condição de elegibilidade. Aquele candidato que deixar de se desincompatibilizar fora do tempo determinado terá como consequência o indeferimento do registro de candidatura. A norma é um instituto fundamental, porque ela atende ao princípio da igualdade de oportunidades”, explica o secretário judiciário do TSE, Fernando Alencastro.

Fonte: Redação

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