PF apreendeu dinheiro e celulares durante operação

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Dinheiro apreendido pela PF: Foto PF

A Polícia Federal divulgou nesta quarta-feira fotografias da operação deflagrada nesta quinta-feira em Ji-Parana, que resultou na prisão do ex-prefeito Isaú Fonseca, por porte ilegal de arma de fago. Durante a ação policial, foram apreendidos aparelhos eletrônicos de interesse para a investigação e valores em espécie.

Segundo a PF, o dinheiro foi apreendido em Belém, na casa de um dos investigados. Veja o que dia a nota da PF:

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17/9), a Operação Página Virada, com o objetivo de reunir provas em investigação que apura possíveis irregularidades no direcionamento de contratações públicas realizadas no âmbito da Secretaria Municipal de Educação de Ji-Paraná/RO.

Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de Ji-Paraná/RO, Ouro Preto do Oeste/RO, Formosa/GO, Brasília/DF, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ e Belém/PA, em decorrência de medidas judiciais deferidas após representação da Polícia Federal.

As investigações apontaram indícios de que agentes políticos, servidores públicos e representantes de empresas teriam atuado no direcionamento de contratações para o fornecimento de materiais didáticos complementares, inclusive mediante contratação direta. Também são apuradas aquisições de materiais supostamente desnecessários, com possível prejuízo à administração pública municipal.

Durante o cumprimento das medidas, foram apreendidos aparelhos eletrônicos de interesse para a investigação e valores em espécie. Também foi localizada uma arma de fogo sem o respectivo registro, circunstância que resultou na prisão em flagrante de seu possuidor. O preso e o material apreendido foram encaminhados à unidade competente da Polícia Federal para a adoção dos procedimentos legais e lavratura do auto de prisão em flagrante.

As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e outras diligências destinadas à identificação de todos os envolvidos e ao esclarecimento das condutas investigadas.

Os suspeitos poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de associação criminosa, contratação direta ilegal, peculato e corrupção, sem prejuízo de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

Com informações da PF

 

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