O impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) completa dez anos nesta segunda-feira (31). O Senado Federal decidiu, por 61 votos a 20, condenar Dilma Rousseff pelo crime de responsabilidade e retirar seu mandato de presidente da República. Em uma segunda votação, foram mantidos seus direitos políticos.
No mesmo dia, às 16h, o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, deu posse definitiva a Michel Temer na Presidência da República. O mandato de Temer irá até 31 de dezembro de 2018.
Votação na Câmara
Ante de seguir para votação no Senado, a Câmara Federal, no dia 17 de abril, já havia autorizado a instauração do processo de impeachment. Na ocasião, a bancada de Rondônia votou por unanimidade a favor do afastamento. Entre os oito parlamentares rondonienses que disseram “sim” estava Expedito Netto, na época filiado ao PSD.
O deputado federal, eleito em 2014 e reeleito em 2018, justificou o voto de forma enfática na sessão, afirmando representar o povo de Rondônia contra o governo. Sua posição integrou o placar final de 367 votos favoráveis à continuidade do processo, que depois seguiu para o Senado e resultou na cassação do mandato de Dilma.

Agora, em 2026, o mesmo Expedito Netto aparece como candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo de Rondônia. O partido confirmou sua candidatura durante convenção realizada no último dia 25, em Porto Velho. Formado em Direito e com passagem pela política nacional, ele exerceu dois mandatos consecutivos como deputado federal pelo estado.
Expedito Netto (PSD) Sim
No senado federal votaram pelo impeachment








