Usina de Tabajara: Estudos não contemplam terras indígenas, pescadores e 16 comunidades, diz MPF

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Vista da região de Tabajara, distrito do município de Machadinho do Oeste, em Rondônia, onde será construído o empreendimento

Os estudos de impacto ambiental da Usina de Tabajara, no município de Machadinho do Oeste,  não contemplam terras indígenas no entorno da região, pescadores e 16 comunidades, entre elas a de Rio Preto. A informação é do Ministério Público Federal (MPF-RO).

De acordo com a procuradora Gisele Bleggi, 3 terras indígenas deveria estar no estudo de impacto ambiental. “16 comunidade, entre elas a de Rio Preto Jacundá, estão dentro do reservatório da usina e não existe programa voltado para essas comunidades”, disse.

Os pescadores, segundo o MPF, não terá como pescar e também não existe programa dentro do estudo voltado para a atividade pesqueira.

Audiência pública

No próximo dia 6, às 17, haverá audiência pública no município de Machadinho para tratar sobre o projeto de construção da usina de Tabajara. O evento acontece na Associação dos Agropecuáristas de Machadinho do Oeste. Uma outra audiência está programada para acontecer no dia 7, às 16 horas, na Vila de Tabajara.

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