FNO contempla Rondônia com R$ 22,4 milhões em operações de crédito

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Mais de 1.284 operações de crédito emergencial dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO) foram contratadas por empreendedores, cooperativas e informais da região Norte nos últimos dois meses, oriundos de linha emergencial dos Fundos Constitucionais geridos pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. No estado de Rondônia foram fechadas 296 operações que somam R$ 22,4 milhões para investimentos.

Ao todo, foram concedidos R$ 100,4 milhões a pequenos comércios, em iniciativa do Governo Federal criada para mitigar os impactos econômicos da pandemia de Covid-19. São R$ 2 bilhões disponíveis para os estados do Norte, onde quase 90% das operações foram realizadas para pequenos e microempreendedores.

Os recursos são administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e concedidos por meio de bancos públicos, no caso da região Norte o Banco da Amazônia. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, diz que a orientação é pulverizar as aplicações dos recursos chegando ao maior número de beneficiários e municípios possível.

“Essas linhas de crédito emergencial são essenciais para que os empreendimentos possam superar esse momento de pandemia e para que economia local possa girar”, destacou.

Os R$ 100,4 milhões concedidos pelo FNO Emergencial foram distribuídos da seguinte maneira: Pará, com R$ 28,7 milhões em 361 financiamentos; Rondônia, com 296 operações e R$ 22,4 milhões para investimentos; Tocantins, com 229 contratos e R$ 17 milhões em recursos.

No Amazonas,174 operações movimentaram R$ 14,3 milhões; no Acre, 157 financiamentos somaram R$ 12,9 milhões e em Roraima, empreendedores contrataram R$ 2,7 milhões em 38 operações de crédito. Já no Amapá, 29 financiamentos formalizados somam investimentos de R$ 2,1 milhões.

Modalidades

Para capital de giro isolado, estão sendo disponibilizados até R$ 100 mil por beneficiário. O recurso pode ser utilizado em despesas de custeio, manutenção e formação de estoque e, ainda, para o pagamento de funcionário, contribuições e despesas diversas com risco de não serem honradas por conta da redução ou paralisação das atividades produtivas.

Já para investimentos, serão disponibilizados até R$ 200 mil por beneficiário, com a finalidade do empreendedor investir e, ao mesmo tempo, utilizar o recurso como capital de giro.

A taxa efetiva de juros é de R$ 2,5% ao ano para as duas modalidades. Atividades vinculadas aos setores comerciais e de serviços têm preferência. Os financiamentos poderão ser contratados enquanto o decreto de calamidade pública estiver em vigor, limitado a 31 de dezembro de 2020. O prazo para quitação será de 24 meses e carência até 31 de dezembro de 2020, de acordo com a capacidade de pagamento do beneficiário.

*Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

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