O percentual de famílias que relataram ter dívidas a vencer (cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa) voltou a crescer no primeiro mês do ano (79,5%), superando em 3,4 pontos percentuais o resultado do ano passado e com o maior endividamento da série histórica. Os dados são da pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na qual o site Valor&MercadoRO teve acesso. Veja a pesquisa completa.
Projeções da CNC mostram que o endividamento deve continuar avançando no primeiro semestre de 2026, sendo importante para esse as recurso famílias manterem seu padrão de consumo. Além disso, a inadimplência deve permanecer em tendência de queda, com a espera do início de processo de queda da Selic.
Fonte: Redação Valor&MercadoRO








