E ainda há os que não acreditam na doença!

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 um ditado popular que diz que “cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém”. Pois é, e justamente num momento em que todos precisamos ser cautelosos por causa de uma pandemia que já matou 2,34 milhões de pessoas no planeta — 233,52 mil só no Brasil e 2,40 mil em Rondônia —, ainda existem aqueles que não acreditam na gravidade da situação que vivemos e se negam a adotar as medidas restritivas, como o isolamento social, para evitar o contagio de si e dos outros. 

E como também afirma outro dito popular, de que “tudo tem o seu preço”, a Covid-19 faz questão de cobrar o seu: a morte. Infelizmente, a letalidade não atinge só quem desdenha da doença, ela pega também pessoas inocente que tomavam o devido cuida, mas que acabou sendo infectada por um parente, um conhecido ou amigo irresponsável que ficou nas aglomerações, nas raves servindo de condução para o novo coranavírus.

Como bem alertaram em uma live no Facebook os pesquisadores da Fiocruz/RO, esse comportamento tem que mudar para que a humanidade possa vislumbrar no futuro viver livre dessa doença. E essa desobediência desenfreada já começa a ter suas consequências por aqui.

Na mesma live, os cientista confirmaram a circulação de pelo menos três variantes do novo coronavírus em terras rondonienses. E, como fez questão de frisar a pesquisadora da Fiocruz/RO, Deusilene Vieira, cada vez que a população, não cumpre as medidas restritivas, ela permite que o vírus dissemine novas variantes. Se com o vírus original a situação já estava difícil, como é que ficamos agora com essas três novas cepas circulando por aqui? Será que vamos sucumbir aos negacionista ao invés de lutarmos pela vida?

O autor é jornalista

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