Confúcio pode desistir de vaga ao Senado; as intrigas palacianas. Confira a coluna Bastidores do Poder

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Bastidores do Poder

Falta muro alto

Terra de muro baixo, Rondônia tem visto, ao longo dos anos, verdadeiros aventureiros que
“pulam o muro” para entrar nessa terra abençoada para se dar bem. Nas eleições desse ano o
eleitor tem que tomar cuidado com o “canto das sereias”. Já tivemos muitos Múcios Ataídes
por aqui…

Vergonha da derrota

Uma quase certeza ronda as hostes políticas de Brasília: caso não alcance projeção
confortável, o presidente Lula inventará uma doença debilitante que o deixará impossibilitado
de concorrer às eleições desse ano. Da mesma forma, vendo como quase certa sua derrota no pleito de 2026, Confúcio Moura, que sempre esteve ancorado no poder, deverá desistir de
concorrer também à reeleição ao senado. Apesar de se gabar de trazer inúmeros recursos para o estado, Confúcio tem contra sí a imagem de “amigo muito próximo” ao presidente Lula.
Defensor intransigente do “Nine”, Confúcio parece ter esquecido que os eleitores de
Rondônia, na sua grande maioria, são de direita.

Contra o País

E, demonstrando mais uma vez que está conta o País e a favor da corrupção do governo Lula,
Confúcio não assinou o pedido de instalação da CPMI do Banco Master. Como diria bóris: “É
uma vergonha”.

Falta de quórum?

Enquanto o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Alex Redano, é acusado no
Ministério Público, de participar de envio de recursos para uma entidade beneficente
“fantasma” (segundo informações do jornalista Rubens Coutinho – site Tudorondônia), as
sessões plenárias se transformam em espetáculo deprimente.
Na sessão de quarta-feira (11), tudo transcorria normalmente, até que o deputado delegado
Camargo apresentou vários requerimentos contra personalidades do governo estadual. Na
mesma hora, um deputado aliado do governo que estava online na sessão, requereu a
contagem de quórum, para que os requerimentos não fossem votados. Derrubou a sessão e
Camargo ainda foi “ralhado” pelo deputado Jean Oliveira (filho do ex-presidente Carlão), que
presidia a sessão de quarta.

Jean Oliveira bate-boca com cidadão. Foto: Reprodução TV Assembleia

À Espera de um Milagre

Não é o relançamento do filme com Tom Hanks, que tanto sucesso fez. Trata-se do milagre
que Marcos Rocha espera, para poder concorrer à uma vaga ao senado. Envolvido em intrigas
palacianas, que, no fundo somente serviam a quem as espalhava, Rocha decidiu que não
deixaria o governo nas mãos de um “traidor”, como foi “pintado” o vice, Sérgio Gonçalves. A
alegação de Rocha é a de que não deixará que a população sofra os prejuízos com a sua saída.

À Espera de um Milagre II

Acontece que, é inadmissível que o vice, ao assumir o governo com o afastamento de Marcos,
faça besteiras e desmandos que lhe acarretem a perda de confiança do povo. Apesar de todas
as investidas contra ele, manteve-se calado e afirmando que fará um bom governo e tentará a
reeleição. Então…como iria destruir esse caminho com ações contra o estado e seu povo?

Fim da Linha

O que Marcos Rocha tem que ver, é que com seu enclausuramento no Palácio, terminando seu
mandato, terminará também com sua carreira política. Serão dois anos de ostracismo político
(caso Fúria, prefeito de Cacoal, não ganhe o governo) que o tornarão esquecido da população. Ah, e tem mais, com a permanência no governo, afastará a chance da primeira dama, Luana Rocha (que tem amplas possibilidades), de chegar a um mandato de deputada federal. Também o irmão, Sandro Rocha, ficará chupando o dedo e remelando um olho por uma cadeira no parlamento estadual. O milagre tem data para acontecer…ou não.

Fonte: Juvenal Pimenta

Email para contato: valoremercadoro@gmail.com

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