Amazonas lidera falta de absorventes nas escolas, diz IBGE; Rondônia está abaixo da média nacional

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Quase 28% das adolescentes no Amazonas deixaram de ir à escola ao menos uma vez no último ano por falta de absorventes. O dado é da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024, divulgada nesta quarta-feira (25.03.26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No estado, 27,9% das estudantes de 13 a 17 anos relataram ausência às aulas por esse motivo — percentual bem acima da média nacional, que é de 15%.

Rondônia tem uma oferta de absorventes abaixo da média nacional (que é de cerca de 84%), o que reflete desafios comuns na região Norte, mas não é o pior estado.
Principais números nacionais:

  • 15,3% das adolescentes de 13 a 17 anos deixaram de ir à escola ao menos um dia nos 12 meses anteriores à pesquisa por falta de absorvente.
  • Na rede pública: 16,9%.
  • Na rede privada: 6,4% (mais de o dobro na pública).

Veja os percentuais por estado

  • Santa Catarina: 94,1%
  • Goiás: 94,1%
  • São Paulo: 93,7%
  • Amapá: 93,1%
  • Ceará: 92,8%
  • Minas Gerais: 92,2%
  • Paraná: 90,1%
  • Espírito Santo: 89,4%
  • Sergipe: 88,7%
  • Rio Grande do Sul: 88,7%
  • Mato Grosso: 87,4%
  • Pernambuco: 86,6%
  • Piauí: 86,2%
  • Rio de Janeiro: 84,9%
  • Distrito Federal: 84,7%
  • Acre: 81,0%
  • Alagoas: 80,5%
  • Bahia: 79,0%
  • Mato Grosso do Sul: 75,7%
  • Amazonas: 71,0%
  • Maranhão: 68,9%
  • Paraíba: 64,4%
  • Rondônia: 63,1%
  • Tocantins: 56,3%
  • Rio Grande do Norte: 54,9%
  • Pará: 43,3%
  • Roraima: 38,5% (menor percentual)

O Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual, criado pela Lei n. 14.214, de 06.10.2021 e regulamentada pelo Decreto n. 11.432, de 08.03.2023, consiste numa política intersetorial voltada para a garantia da dignidade menstrual de meninas e mulheres.

Fonte: Valor&MercadoRO com informações do IBGE

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